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EMISSÕES SOLARES NO DIA 07 DE AGOSTO DE 2010 – TRANSIÇÃO PLANETÁRIA



A TRANSIÇÃO CÓSMICA

EMISSÕES SOLARES DE 7 DE AGOSTO

Em 07 de agosto (1825 UT), os campos magnéticos das manchas solares em torno de 1093 tornou-se instável e explodiu, produzindo um alargamento da classe M1 forte solar. Solar Dynamics Observatory da NASA gravou um filme ultravioleta extremo de todo o evento:


EXTRA! SOLAR RÁDIO explosões: O flare produzido explosões de rádio intensa detectáveis por simples receptores de ondas curtas na Terra. No Novo México, rádio amador astrônomo Thomas Ashcraft pegou fortes emissões em torno de 21 megahertz. “Escute alguns dos sons que saíam dos alto-falantes”, diz ele. “Esta foi uma crise complexa e muito emocionante. Mas ainda é pequeno quando comparado com o material que está por vir no futuro, quando o ciclo solar 24 se intensificar.

Ouça o Sol

OUÇA O SOL – MP3

http://www.heliotown.com/SflareAug07.2010_1829_1831UT_Ashcraft.mp3

Nasa divulga gigantesca proeminência na superfície solar

A prominence eruption observed by AIA



Nasa divulgou nesta quarta (21/04/2010) imagens inéditas de tempestades solares.
Satélite SDO tem objetivo de ajudar a prever tempestades repentinas.

O núcleo do sol ocorrem constantes reações que liberam prótons e elétrons dispersos que são atraídos por outros campos magnéticos e os acumulam, pois essas regiões possuem uma espécie de capa fria e escura formada por partículas não renovadas que as envolve.

O grande acúmulo de prótons e elétrons ao pressionar essa capa consegue abri-la originando a tempestade solar. A tempestade então é a liberação de todas as partículas acumuladas magnetizadas e superaquecidas por meio de uma grande explosão.

Esse ciclo de liberação e acúmulo de partículas ocorre por 11 anos sendo que ao completar esse período a tempestade é lançada no sistema solar e pode trazer danos ao planeta como tirar os satélites de sua órbita, bloquear comunicações, prejudicar astronautas em órbita, danificar serviços GPS, de celular e redes elétricas. A tempestade solar também pode produzir auroras no céu fora dos locais em que normalmente ocorrem.

Huge Eruptive Prominence (April 16, 2010)


Hi-res TIF image (2.2M)

Quicktime Movie: Large (1.3M), Small (595K)
MPEG
Movie (3.1M)

Cientistas preocupados com a maior tempestade solar detectada

Publicado em 10/04/2010 às 12:13 pm por Juan Diego Polo

solO Sol parece realmente querer mostrar que não está dormindo. O telescópio espacial Tesis registrou na segunda passada a maior tempestade geomagnética do sol desde outubro de 2008, segundo os dados do Instituto Russo de Física Lebedev. Desta vez sua força alcançou o nível 7 numa escala de 10, e sua fase ativa se prolongou das 10:00 às 19:00h. Sem dúvida foi o maior nível registrado nesse período de um ano de meio.

A preocupação dos cientistas se baseia em que tempestades geomagnéticas poderosas podem influenciar os sistemas de navegação e emissão de rádio. Esses movimentos não são um bom presságio, principalmente numa era onde começamos a estar cada vez mais dependentes da navegação por satélites, sem contar nas catástrofes que podem ocorrer nas grandes cidades do mundo que podem ficar sem luz e energia elétrica.

Apesar desta última tempestade ter sido totalmente inesperada segundo os russos, ainda não se tem notícias de desastres relacionados diretamente com o assunto.

Alerta Tormentas Solares

http://www.dailymotion.com/video/x6r08m_alerta-tormentas-solares-2008-2012_news


Alerta Tormentas Solares 2008-2012 Discovery Channel

Os cientistas prevêem um período de grandes tormentas solares . Durante um período de atividade solar se produzem com frequência erupções violentas no Sol. As labaredas solares e as muitas explosões, conhecidas como ejeções de massa coronal , lançam foton de alta energia e matéria altamente carregada até a Terra m sacudindo a ionosfera do planeta e o campo geomagnético, afetendo potencialmente as centrais de energia elétrica , as comunicações , satélites , GPS , atingindo também os astronautas com a radiação.

O SOL ACORDOU

Sol acorda e manchas do tamanho da Terra já causam tempestades

Ao que tudo indica, o longo período de calmaria por que passa o Sol pode estar com os dias contados. Na noite de ontem (15/dez/2009), uma grande erupção no disco solar provocou uma forte ejeção de massa coronal que está se dirigindo diretamente em direção à Terra. A explosão foi registrada pelas lentes do observatório espacial SOHO e suas partículas deverão chegar ao nosso planeta na sexta-feira.

A ejeção de massa coronal, ou CME, ocorreu ontem (terça-feira) às 23h20 pelo horário de Brasília e produziu um flare de classe C-4 de longa duração, provocado pela erupção do campo magnético ao redor do novo grupo de manchas solares 1035. As manchas surgiram na segunda-feira e já apresentam sete vezes o tamanho da Terra, podendo ser facilmente observadas através de telescópios de pequeno porte.

Como as manchas estão voltadas diretamente para a Terra, a ejeção de material foi disparada nesta direção e apesar de serem fracas poderão causar tempestades geomagnéticas e provocar auroras austrais nas latitudes médias e altas do nosso planeta.

Flare Solar


Flare ou rajada solar é uma explosão que acontece quando uma gigantesca quantidade de energia armazenada em campos magnéticos, geralmente acima das manchas solares, é repentinamente liberada. Quando ocorrem, produzem enorme emissão de radiação que se espalha por todo o espectro eletromagnético, desde a região das ondas de rádio até a região dos raios-X e raios-gama.

Como conseqüência, ocorrem as chamadas Ejeções de Massa Coronal, ou CME, enormes bolhas de gases ionizados com até 10 bilhões de toneladas, que são lançadas no espaço a velocidades que superam a marca de dois milhões de quilômetros por hora. Nesta velocidade, as partículas ejetadas levam cerca de três ou quatro dias para cruzar os 150 milhões de quilômetros que separam o Sol do nosso planeta.

Quando observadas dentro do espectro de raios-x, que vai de 1 a 8 Angstroms, produzem um intenso brilho ou clarão. A intensidade desse clarão (ou flare) permite classificar o fenômeno em algumas categorias ou classes.

Os flares de Classe X são intensos e durante os eventos de maior atividade podem provocar blecautes de radiopropagação que podem durar diversas horas ou até mesmo dias.

As rajadas da Classe M são de tamanho médio e também causam blecautes de radiocomunicação que afetam diretamente as regiões polares. Tempestades menores muitas vezes seguem as rajadas de Classe M.

Por fim existem as rajadas de Classe C, fracas e pouco perceptíveis aqui na Terra e também as mais comuns.

Tempestades geomagnéticas


A maior parte das partículas altamente carregadas que foram ejetadas são desviadas quando chegam próximas à magnetosfera da Terra. No entanto, parte dela consegue furar o bloqueio e atinge as camadas superiores da atmosfera e se chocam com os átomos de oxigênio e nitrogênio, produzindo radiação no comprimento de onda da luz visível e que são atraídas aos polos pelo campo magnético do planeta

Esse efeito luminoso é chamado de Aurora e são mais intensas quanto maior for a atividade solar. Quando ocorrem próximas ao polo norte as auroras recebem o nome de “auroras boreais” e quando se dão próximas ao pólo sul recebem o nome de “auroras austrais”.

http://www.apolo11.com/spacenews.php?posic=dat_20091216-091544.inc&clic=2

A CALMARIA SOLAR

Indicador de Atividade Solar

O astrônomo David Whitehouse, autor do livro The Sun: A biography, publicou um artigo no jornal britânico The Independent  sobre um tema que vem cada vez mais preocupando climatologistas ao redor do mundo: a baixa atividade solar e sua relação com as mudanças climáticas.

A idéia de um sol mais ‘calmo’ e as suas conseqüências para o clima já vem sendo utilizada como argumento por céticos e críticos do aquecimento global que questionam até que ponto as previsões de mudanças climáticas se concretizarão. Ainda, destacam alguns deles, se a Terra esfriar mesmo com o acúmulo de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, qual seria a verdadeira influência do efeito estufa no clima?

O sol é formado em sua grande parte por hidrogênio na forma de plasma, que, de tempos em tempos, devido ao movimento de rotação e ao efeito de seu próprio magnetismo, liberam grande quantidade de energia, inclusive com a expulsão de matéria da fotosfera (a camada visível do Sol). Esse fenômeno recebe o nome de mancha solar (sunspot). Quanto maior a freqüência dessas manchas, mais alta é a atividade solar, e mais energia a Terra recebe do astro.

Em 2008 foram registrados 266 dias, ou 73% do ano, sem a localização de manchas solares. Até o dia 31 de março de 2009, foram 70 dias sem elas ou 87% do ano. Para se ter uma idéia, a menor incidência de manchas foi 1913, com 311 dias sem o registro de atividades desse tipo.

“Este é o sol mais ‘quieto’ que qualquer pesquisador vivo já presenciou”, afirmou o cientista solar da Nasa, David Hathaway. “Desde o começo da era espacial tivemos geralmente o sol em alta atividade, sendo que cinco dos dez mais intensos ciclos solares que se tem notícia aconteceram nos últimos 50 anos”.

Incertezas

O astrofísico de Havard, Willie Soon, explica que o sol obedece a ciclos de geralmente 11 anos. Por volta do ano 2000, teria ocorrido um período de máxima atividade solar e, agora, estaríamos diante de um ciclo de baixa. “Mas ninguém sabe quanto tempo um ciclo pode durar ao certo. Podemos ter um período longo sem manchas solares e que denunciam uma pequena movimentação solar. Isso já aconteceu no passado, entre os anos de 1645 e 1715, no que ficou conhecida como pequena Era do Gelo”.

De acordo com a Nasa, a tecnologia moderna ainda não pode prever o que virá a seguir. Modelos científicos de uma dúzia de físicos solares estão em conflito sem conseguir chegar a um consenso sobre quando o período de baixa atividade irá acabar e quando começará um novo ciclo.

O cientista de projetos do Observatório de Dinâmica Solar da Nasa, Dean Pesnell, afirma que não há como fazer projeções exatas, porque ninguém entende completamente a física dos ciclos solares.

“É a primeira vez na história que realmente estudamos uma baixa atividade solar. Eu mesmo acredito que veremos uma reação no fim do ano, possivelmente atingindo um novo ponto máximo de atividade em 2012 ou 2013. Mas sei que posso estar enganado”, afirma Pesnell.

As conseqüências da pequena atividade solar ainda não são plenamente entendidas e podem vir a afetar de maneira inesperada as projeções das mudanças climáticas.

Para Soon, 2009 será um ano de temperaturas médias abaixo do comum, assim como já foi 2008. E que diante disso, as teorias do aquecimento global, ou pelo menos suas previsões, poderiam ser revistas.

“Se a atividade solar persistir baixa por muito tempo e o planeta esfriar mesmo com os níveis de CO2 subindo, a sociedade precisará rever os conceitos. Na minha opinião, este é um período que nos dirá muito e será extremamente útil para a ciência e para a sociedade”, concluiu Soon.

Fonte:

http://www.apolo11.com/spacenews.php?posic=dat_20091216-091544.inc&clic=2

Namastê!

HeiwaKi





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